diogo_morais_oliveira.jpg

Diogo Morais Oliveira licenciou-se em Direito na Universidade Nova de Lisboa, tendo sido admitido, em 2009, no programa de Mestrado Europeu em Direitos Humanos e Democracia, onde se dedicou ao estudo dos direitos culturais. É advogado, consultor jurídico do DÍNAMO10 em matérias de propriedade intelectual e co-coordenador jurídico da Creative Commons Portugal. Criou o projecto “CC Local Point”, um ponto de contacto físico dirigido à comunidade, onde se pretende garantir um acesso sólido e prático sobre a utilização das licenças creative commons.

Creative Commons

Diogo Morais Oliveira

Patrícia_Almeida.jpg

A

ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa

Patrícia Almeida

IMG_0157 1.JPG

Há mais de 15 anos que trabalho no sector editorial tendo já desempenhado funções no Grupo Leya; Almedina e Porto editora onde atualmente exerço o cargo de director de marketing.

APEL

Paulo Moinhos

Alfaiate.jpg

Licenciou-se em Direito pela Universidade Moderna, em Lisboa, em 2004. O seu percurso profissional iniciou-se na área do Direito do Trabalho, em estreita colaboração com o mercado empresarial ibérico, onde acompanhou processos de recrutamento e gestão de contratos na área de recursos humanos, em várias empresas sediadas em Espanha. A partir de 2006 dedicou-se à Advocacia em prática generalista, acompanhando de forma transversal os diversos ramos do Direito, com especial incidência em Processo Executivo, em Direito da Família e Menores, Direito Civil e Direito Penal. Em 2019 integrou o Departamento Jurídico da Sociedade Portuguesa de Autores, onde tem desenvolvido um intenso trabalho na área de Direito de Autor, a nível contencioso, bem como na realização de acções de formação, com destaque para a legislação nacional e europeia.

 

- Intervenção - Sociedades de Gestão Colectiva; Direito de Autor: Utilização livre (Excepções e limitações); Direito de Autor no ambiente digital; Directiva do Parlamento Europeu relativa aos direitos de autor no mercado único digital.

Sociedade Portuguesa de Autores

Pedro Alfaiate

Manuel Neves.jpg

"Implementação e Gestão de bibliotecas digitais municipais"

MARKA

Manuel Gonçalves Neves

Helder Silva.jpg

"DSPACE - Repositórios Institicionais"

Keep Solutions

Luís Miguel Ferros

LuisBGouveia.jpeg

Luís Borges Gouveia é Professor Catedrático na Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Fernando Pessoa (UFP), onde Coordenar o Programa de Doutoramento em Ciência da Informação, especialidade Sistemas, Tecnologias e Gestão da Informação. Possui Agregação em Engenharia e Gestão Industrial pela Universidade de Aveiro, o Doutoramento em Ciências da Computação pela Universidade de Lancaster (UK) e o Mestrado em Engenharia Eletrónica e de Computadores pela Universidade do Porto. Publicou mais de meio milhar de trabalhos científicos nas áreas do digital e das aplicações de computador na atividade humana, nomeadamente nas áreas do e-learning e da educação a distância. Foi um dos responsáveis pela criação e lançamento da iniciativa de universidade virtual da UFP e esteve ligado ao desenvolvimento do Sakai, uma plataforma digital para a gestão de conteúdos e atividades de suporte ao ensino e aprendizagem assistida por computador.

Resumo da comunicação a apresentar:

"O lugar da leitura como espaço de convergência entre o real e o digital"

Resumo: O digital e o modo como este se apropriou do espaço de leitura é atualmente aceite por todos. De facto, lê-se (e escreve-se) cada vez mais, mas em sequências curtas e de forma não estruturada. Neste contexto, a biblioteca enquanto oferta de espaço de leitura deve ser reinventada de modo a aprofundar os tempos e os ritmos de leitura que proporcionem um portal para o encontro do leitor consigo próprio e lhe permita a expansão das narrativas pelo seu próprio intelecto e pensamento (â imagem de um ouvinte e observador, daquilo que o rodeia).

Esta proposta de valor para a biblioteca tem potencial para reinventar a biblioteca física e para estender as funcionalidades da biblioteca digital para além da gestão do catálogo e do acesso aos textos, com os naturais benefícios de lidar com o excesso de informação e disrupção das restrições de tempo e espaço (importantes, mas vistos aqui apenas como parte do real potencial).

A apresentação partilha uma breve contribuição para um relacionamento entre leitura, o livro a biblioteca (digital ou não) tendo por base um confessado estatuto de amante de livros e da leitura.

Universidade Fernando Pessoa

Luís Borges Gouveia

DaliaGuerreiro.jpg

Dália Guerreiro é  Doutora em Ciências da Informação e Documentação pela Universidade de Évora com a tese: Bibliotecas Digitais para as Humanidades: novos desafios e oportunidades, Mestre em Estudos de Informação e Bibliotecas Digitais pelo ISCTE-IUL, Pós-Graduada em Ciências da Informação e Documentação, variante Bibliotecas, pelo ISLA - Universidade Europeia e Licenciada em Física pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa; é membro do Centro Interdisciplinar de História, Cultura e Sociedades da Universidade de Évora/Fundação para a Ciência e Tecnologia, como investigadora no grupo Literacias e Informação Textual (CIDEHUS-UÉ). Foi bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia; integrou a equipa que iniciou e desenvolveu o projeto da biblioteca digital na Biblioteca Nacional e na DigiCult-Produções Digitais e tem realizado edição digital para as bibliotecas digitais da Universidade de Lisboa e da Universidade de Coimbra, entre outras;

É autora de artigos científicos na área das bibliotecas digitais e do blogue científico Bibliotecas e Humanidades Digitais (http://bdh.hypotheses.org) e do blogue científico AHDig (https://ahdig.org)

Resumo da comunicação a apresentar:

 

"As Bibliotecas e a Leitura Pública Digital

O Presente e o Futuro"

As bibliotecas são, sobretudo, locais físicos e virtuais que medeiam o acesso à informação. Como tal, as bibliotecas públicas devem incluir, não só os livros e periódicos em suporte papel, como as suas formas digitais, além de facultar o acesso à Internet e, com isto, a todo um conjunto de blogues, redes sociais, jornais, revistas, podcasts, bases de dados, sítios eletrónicos institucionais, etc., e a edições digitais como, por exemplo, ebooks de textos digitalizados, versões eletrónicas de livros físicos, livros em formato eletrónico ou livro-jogo, livro-app, livro interativo, enhanced ebook.

A biblioteca digital define-se como um acervo de obras nadas digitais ou digitalizadas, devidamente descritas, estruturadas e disponibilizadas ao público, através de sistemas de pesquisa e recuperação da informação em vários formatos. A biblioteca assegura a gestão e a preservação desses recursos, bem como a sua disseminação de forma consistente e persistente no tempo; além disso, disponibiliza serviços que auxiliem na localização e utilização dos recursos.

Em Portugal, as bibliotecas digitais de acervos patrimoniais foram contruídas a partir de obras em domínio público digitalizadas. Ainda que dirigidas principalmente à investigação, a forma como as obras são disponibilizadas, maioritariamente em formato PDF, não respondem, contudo, de forma eficiente às exigências dos investigadores. Por seu turno, as obras disponibilizadas, sem as funcionalidades dos ereader, são obsoletas para o público em geral.

No caso das bibliotecas públicas, ainda que algumas tenham optado por disponibilizar, no catálogo, ebooks de acesso livre, não têm propriamente um sistema de empréstimo e devolução e não aplicam as potencialidades de uma biblioteca digital.

Apresenta-se como caso modelo, a Open Library, criada a 9 de abril de 2008, com o objetivo de disponibilizar à humanidade todas as obras publicadas de forma gratuita. Esta biblioteca possui as funcionalidades de uma biblioteca física e a leitura das obras é realizada no navegador do utilizador, dispensando a compra ou cedência de equipamento especial.

Num furo próximo as bibliotecas para além de guardarem, conservarem e organizarem o acervo físico terão de estender as suas funções ao digital, pois, como disse Ranganathan, “a biblioteca é um organismo em crescimento”.

Universidade de Évora

Dália Guerreiro

Francisca Pulgar Vernalte é responsável pelo Serviço de Bibliotecas do Governo Basco, coordenando a gestão das bibliotecas integradas na Rede de Leitura Pública de Euskadi. Desenvolveu projetos para a melhoria dos serviços bibliotecários em rede tais como a plataforma corporativa de blogues ou a criação da aplicação "liburutegiak" para o acesso aos serviços bibliotecários a partir de dispositivos móveis.
Relativamente ao património digital Basco, é a coordenadora de "Liburuklik: Biblioteca Digital Vasca", plataforma pública en que se integraou a “eLiburutegia", a aplicação para o empréstimo digital das bibliotecas Bascas.

Resumo da comunicação a apresentar:

"eLiburutegia: el préstamo de contenidos digitales en Euskadi entre 2014 y 2019".

El Servicio de bibliotecas del Gobierno vasco impulsó y creó una plataforma para el préstamo de contenidos digitales vía Internet para las personas usuarias de las bibliotecas de la Red de Lectura Pública de Euskadi. En esta exposición se presentan algunos datos significativos sobre el análisis y evolución de este nuevo servicio bibliotecario desde su comienzo, en noviembre de 2014, hasta el día de hoy. Una vez salvadas las reticencias de las editoriales en relación a la venta de libros electrónicos, en formato epub, a las plataformas bibliotecarias, eLiburutegia cuenta con una amplia selección de títulos, autores y editoriales. Y, se ha convertido en una de las bibliotecas digitales más significativas de España, con una oferta de más de 17.000 epub, que se actualiza continuamente y que incluye desde obras clásicas hasta las últimas novedades editoriales. Además, desde junio de 2018 al fondo bibliográfico se le añadió otro contenido interesante. Se trata de una base de cerca de 15.000 títulos de películas que pueden ser vistas online desde casa, lugar de vacaciones, etc., por cualquier persona que sea socia de eLiburutegia. Para finalizar la presentación se comentará cómo se ha trabajado para unir en un solo catálogo bibliográfico toda la información de las bibliotecas públicas de Euskadi, independientemente de que se trate de cine, música, libros en papel o en formato digital.

Serviço de Bibliotecas do Governo Vasco

Francisca Pulgar Vernalte

Araceli.jpg

Araceli García Rodríguez é licenciada en Historia Moderna, Diplomada en Biblioteconomia e Documentación e doutora pela Universidade de Salamanca, onde é professora  titular desde 1990. Como docente e investigadora, o seu trabalho tem-se  centrado no estudo da biblioteconomia no âmbito das bibliotecas infantis e escolares, bem como da indústria editorial infantil e juvenil, tanto en formato impresso como digital. Lecciona na Licenciatura em Informação e Documentação, nos Mestrados em Sistemas de Informação Digital e em Património Textual e Humanidades Digitais. A sua tese de doutoramento, “Análisis estructural del subsector de la edición infantil y juvenil en Castilla y León: 1983-2000”,  recebeu o Prémio Extraordinário de Doutoramento no ano de 2011.

Resumo da comunicação a apresentar:

Préstamo de libros electrónicos en bibliotecas: experiencias, oportunidades y condiciones

 

A pesar del descenso de la edición digital en España, la lectura y el préstamo de libros digitales ha aumentado en los últimos 4 años, por lo que el desarrollo de un servicio de préstamo de libros electrónicos en las bibliotecas puede ser una buena oportunidad para aumentar el número de usuarios, fidelizar lectores, fomentar la lectura, reducir el descenso en el número de libros físicos, etc. Pero para ello, es necesario que los servicios de préstamo digital cumplan una serie de requisitos o condiciones que garanticen su éxito y que pasan desde la delimitación de una adecuada plantificación, la elección del tipo de plataforma, la formación de usuarios y profesionales, hasta su dinamización. Todas estos cuestiones, junto al conocimiento de tres experiencias españolas desarrolladas en el ámbito nacional, regional y escolar, y los retos y amenazas con los que se encuentran los bibliotecarios en este proceso, serán la base de esta conferencia.

Universidade de Salamanca

Araceli García Rodríguez

RI-Adelina-Moura.jpg

Adelina Moura tem Licenciatura em Ensino do Português e Francês, DESE em Administração Escolar, Mestrado em Supervisão Pedagógica do Ensino do Português e Doutoramento em Ciências da Educação, na especialidade de Tecnologia Educativa. Tem vindo a desenvolver investigação na área do Mobile Learning, com várias publicações em Portugal e no estrangeiro. É docente do ensino básico e secundário, tutora de cursos de formação a distância do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua e formadora da formação contínua de professores, em didáticas específicas (Português e Francês) e tecnologia educativa. É investigadora integrada do grupo de I&D – GILT (Games Interaction and Learning Technology), sedeado no Instituto Superior de Engenharia do Porto, e membro do grupo LabTE (Laboratório de Tecnologia Educativa), da FPCE, da Universidade de Coimbra. Colabora com a equipa do Plano Nacional de Leitura 2027. 

Oficina;

"Tecnologias e ferramentas pedagógicas para a leitura na era digital"

Investigadorado Grupo I&D - GILT

Adelina Moura

Black_-_replace_this_image_male.svg.png

A

A

A

Black_-_replace_this_image_male.svg.png

A

A

A

© 2023 Orgulhosamente criado com Wix.com

  • Facebook Social Icon
This site was designed with the
.com
website builder. Create your website today.
Start Now